Site 100%Seguro

    0
  • Thumbnail 1
Corporeidades Encruzilhadas

Corporeidades Encruzilhadas

Paulo Nazareth e cadernos de África

Editora: Cobogó
Avaliação:
R$ 110,00 á vista

Em até 4 de 27.50 s/juros

Quantidade:
Código: 9786556911427
Categoria: Fotografia
Compartilhe:

Descrição Saiba mais informações

corporeidades encruzilhadas — Paulo Nazareth e Cadernos de África apresenta o projeto Cadernos de África, de Paulo Nazareth. O projeto é composto de imagens em preto e branco – dentre panfletos, fotografias, vídeos –, produzidas durante viagens do artista pelo continente africano, assim como no Brasil. Concebido em 2012 e ainda em aberto, Cadernos de África é orientado por uma série de motivações e objetivos do artista: saber o que há de África em sua casa, conhecer África antes de chegar à Europa, saber o que há de sua casa em Europa, saber o que tem de África em Europa e saber o que tem de sua casa em África. Através de ensaios da pesquisadora Napê Rocha, em diálogo com as imagens, além de uma entrevista com o artista, o livro propõe uma leitura deste conjunto de obras que traz as experiências das corporeidades negras presentes no trabalho de Paulo Nazareth e o pensamento africano e afro-brasileiro, mobilizando conceitos como encruzilhada, tempo espiralar e os trânsitos atlânticos. A edição inclui uma ampla seleção de imagens de obras de Cadernos de África. Na entrevista com Paulo Nazareth conduzida pela pesquisadora, são abordados os princípios norteadores do trabalho do artista, suas origens, seu começo na arte, suas performances, além de sua relação com o território, a escrita e a língua. Trechos “Paulo Nazareth comenta que a primeira estratégia para tratar da racialidade negra em Cadernos de África foi fazer o uso exclusivo de fotografias em preto e branco. Dessa maneira, o artista faz saltar aos olhos os contrastes de tonalidades de cor que podem ser imediatamente associadas às discrepâncias sociais e raciais fundamentadas no racismo a partir da colonização do continente africano e do sistema escravista, que produzem desigualdades estruturais ainda no presente. O artista opta por trazer à tona uma série de apagamentos históricos em torno dos saberes africanos, da história pré-colonial, do seu papel civilizatório e do lugar em que o continente se encontra na atualidade.” Napê Rocha “Gosto sempre de pensar esse lugar que, na verdade, fala do ser negro, mas o ser negro é diverso. E eu volto na questão África e América, na construção de América e na construção de irmandade, porque ser negro só se torna uma questão racial quando se tem a construção de América, porque um negro na África é diferente, não é “o negro”. Não é o “povo negro”, é zulu, é xangana, massai, benguela, mina, efon, iorubá... Até o banto é uma multiplicidade de povos que quando você vê, a gente fala “iorubá” e “bantu”. Fico sempre falando desse lugar. Ser negro não é ser só um, mas volto na questão da irmandade, quando todos são colocados num barco e enviados para a América.” Paulo Nazareth
AcabamentoBrochura
Páginas192
Data de publicação13/05/2024
Formato33 x 28 x 1
Lombada1
Altura1
Largura28
Comprimento33
Tipopbook
Número da edição1
SubtituloPaulo Nazareth e cadernos de África
Classificações BISACART000000
Classificações THEMAA
Idiomapor
Peso0.34
Loading...


Midias Sociais

Categoria

    Conteúdo

    Fale Conosco

    ATENDIMENTO AO CLIENTE

    TELEFONE


    E-MAIL


    Midias Sociais

    © 2025 | , - - CNPJ: Todos os direitos reservados.
    Esse site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e Termos de Serviço do Google se aplicam.
    Desenvolvido porKonekta
    Meu carrinho×
    Seu carrinho está vazioNavegue pelas categorias de livros e adicione os títulos desejados ao seu carrinho de compras.