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O Queijo de Minas
Nos Primeiros Receituários Culinários e Jornais Impressos do Brasil (Século XIX – Século XX)
Autor: Elcione Luciana da Silva
Editora: Appris Editora
Avaliação:
R$ 55,00 á vista
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Fora de estoqueCódigo: 9788547346980
Categoria: Nacional
Descrição Saiba mais informações
Minas Gerais é feita de silêncios e montanhas, de caminhos que se entrelaçam como veias antigas, conduzindo histórias, sabores e modos de ser. Entre o ouro das minas, o verde dos vales e a poeira das estradas, desponta uma riqueza que não se extrai do chão, mas se cria com as mãos: o Queijo de Minas. Essa iguaria representa a alma mineira: paciente e sistemático, teimoso e profundamente afetivo. Esta obra conduz o leitor por longa travessia e viagem histórica das transmissões de saberes associados à produção do queijo, que emerge do encontro de povos, técnicas e saberes que se misturaram desde o período colonial. Consumido e produzido no Brasil Colônia desde os inícios do séc. XVI, o queijo encontrará no território mineiro sua maior ressonância, tornando-se o elo mais visível entre tradição, identidade e pertencimento. Enquanto o ouro se esgotava, o queijo florescia — persistindo como verdadeira riqueza de Minas.
Ao longo das páginas, desfilam receitas encontradas nos primeiros livros de receitas culinárias do Brasil, no séc. XIX, que reforçam o papel do Queijo de Minas na formação de uma identidade alimentar relevante não só para os mineiros, mas também para outros brasileiros, que compartilham sua importância no cenário gastronômico. A menção do Queijo de Minas/queijo Minas nos primeiros jornais impressos do Brasil, séc. XIX e início do séc. XX, dá pista de como esse alimento se inscreveu na vida, no comércio e no imaginário da sociedade brasileira, conquistando os paladares e ultrapassando fronteiras. Nesses jornais, torna-se símbolo de afetividade gustativa, confiança, simplicidade e acolhimento — virtudes tão associadas ao ser mineiro.
O queijo se revela como elemento de longa duração, expressando histórias de um legado que, mesmo enfrentando proibições, burocracias, intempéries e esquecimentos, manteve sua essência. A narrativa culmina com o reconhecimento dos modos de fazer o queijo Minas artesanal como patrimônio cultural imaterial pelo IEPHA/MG e IPHAN e, enfim, com sua inscrição na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO em 2024, passando a figurar entre as tradições culinárias mais valiosas do planeta, elevando Minas Gerais no cenário internacional como território de saberes e sabores únicos.
| Acabamento | Brochura |
|---|---|
| Páginas | 166 |
| Data de publicação | 22/11/2026 |
| Formato | 21 x 14 x 2 |
| Lombada | 2 |
| Altura | 2 |
| Largura | 14 |
| Comprimento | 21 |
| Tipo | pbook |
| Número da edição | 1 |
| Subtitulo | Nos Primeiros Receituários Culinários e Jornais Impressos do Brasil (Século XIX – Século XX) |
| Classificações BISAC | CKB041000; POL038000; SOC002010; LAN025060 |
| Classificações THEMA | WB; GLF; JBCC8; JHMC; JPQB; NHTB |
| Idioma | por |
| Peso | 0.439 |
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